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Vá de bicicleta – alugada!

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É impossível ignorar: o trânsito no Brasil está cada vez mais caótico e poluente. São 64,8 milhões de carros nas ruas – contando apenas os registrados –, segundo dados da Denatran. Considerando uma população de 190,732 milhões, isso significa um automóvel para cada 2,94 habitantes. E esses veículos, todos os anos, emitem aproximadamente 170 milhões de toneladas de gás carbônico. Não há mata verde que aguente tanto CO2!

Algumas iniciativas colaborativas estão buscando melhorar esse panorama. Tornou-se cada vez mais comum em diversos países do mundo e, aos poucos, também no Brasil, os serviços de aluguel de bicicletas. O exemplo nacional mais popular é o Samba – Solução Alternativa para Mobilidade por Bicicletas de Aluguel –, disponível no Rio de Janeiro, em João Pessoa e Blumenau. O serviço funciona de modo bastante simples: com uma assinatura mensal ou um passe diário, você pode retirar uma bicicleta em uma estação dedicada e passear com ela pela cidade. Ao final do trajeto, basta devolvê-la na estação mais próxima de onde você estiver.

No exterior, as opções de compartilhamento de bikes são várias: Velib, na França; B-Cycle e SmartBike, nos Estados Unidos; Melbourne Bike Share, na Austrália; Bincicitta, na Itália e na Suíça; Barclays Cycle Hire, no Reino Unido; entre tantas outras. É claro que esses empreendimentos não estão livres de reveses: aqui no Brasil, por exemplo, várias bicicletas já foram furtadas. Mas toda mudança cultural é acompanhada de contratempos e desafios; não valeria a pena enfrentá-los para ver a sua cidade repleta de bicicletas em vez de carros?

Conhece outros serviços de aluguel de bicicletas? Compartilhe suas dicas aqui no BlogA e na fanpage Consumo Colaborativo no Facebook! 🙂

Confira outros projetos de consumo colaborativo no livro O que é meu é seu, de Rachel Botsman e Roo Rogers.

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