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Próxima onda EAD: a guerra por qualidade

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Foto: Pexels

Se por um lado a EAD traz novas possibilidades para instituições de ensino e alunos. Por outro lado é inevitável que exista preocupação em relação à qualidade dos cursos. Vem daí um dos maiores desafios das IES em relação à próxima onda EAD: a guerra por qualidade.

Na edição de 2017 do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), apenas 2,4% dos cursos de EAD alcançaram o Conceito 5. A melhor nota, sendo 1 a pior. Já na modalidade presencial 6,1% dos cursos conseguiram a pontuação máxima, um índice 2,5 vezes melhor que o da EAD.

Além disto, quase a metade dos cursos de EAD (45% deles) pontaram 1 e 2, notas consideradas insatisfatórias pelo MEC. Em relação à formação docente, o contexto é ainda mais preocupante: apenas 0,5% dos cursos EAD de licenciatura atingiram Conceito 5.

No momento de pandemia que o mundo está passando, as IES que conseguiram abraçar o EAD, permanecem com alunos. Já as que não conseguiram se adequar, estão vendo os estudantes evadindo.

Além da qualidade, outras disputas

Por conta da alta competitividade, diversas IES travam batalhas amparadas em preços baixos, descontos e facilidades. De acordo com um levantamento publicado no jornal O Globo, é possível encontrar descontos de até 70% em cursos de graduação EAD.

A educação a distância (EAD) no Brasil chegou a um índice histórico: mais de 2 milhões de alunos. Isso equivale a 24,3% das matrículas do ensino superior – ou uma em cada quatro. Os dados constam no último Censo da Educação Superior, divulgado em setembro de 2019. Na edição anterior do levantamento, a EAD correspondia a 21,2% das matrículas.

Primeiramente, baseada no ritmo constante de expansão da modalidade, a Educa Insights estima que em 2023 as instituições privadas terão mais alunos na modalidade EAD do que em cursos presenciais. Além da modalidade EAD, outra oferta que estava em crescimento constante antes da pandemia era o Ensino Híbrido.

A onda de expansão do setor educacional está diretamente ligada a uma atualização na lei que regulamenta o ensino a distância no país. Editado em 2017, o decreto flexibilizou os parâmetros de abertura de polos EAD.

Entre as principais mudanças do decreto está o fim da avaliação in loco da instituição pelo Ministério da Educação (MEC). E também a não obrigatoriedade da oferta cursos presenciais paralelos aos de EAD.

Busca pela excelência

Por fim, atrair e reter alunos, no entanto, não deve ser uma estratégia sustentada exclusivamente por mensalidades atrativas. Antes de tudo, é fundamental que haja um movimento de qualificação do ensino a distância.

Esse trabalho envolve:

De onde vem um conteúdo de qualidade?

A Sagah, empresa do Grupo A especializada em soluções integradas para ensino superior, em resumo, oferece uma experiência completa a qualquer IES que pretende atingir patamares de excelência na EAD. A empresa possui mais de 10 mil Unidades de Aprendizagem (UAs), que podem ser facilmente adaptadas aos planos de ensino de cada IES – seja no presencial ou na EAD.

Além das UAs, a Sagah fornece apoio estratégico para a implementação de tecnologias educacionais. Por meio de indicadores de performance de ensino e aprendizagem, torna-se possível identificar o desempenho dos alunos e a efetiva participação dos professores.

Esta pode ser a sua chance de entrar na onda do EAD com qualidade. Quer ajuda neste percurso? Clique aqui!

Natália Collor
Natália é Jornalista e atua na Inteligência de Mercado do Grupo A

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