Ciência curiosa

Não perca 4 curiosidades sobre alimentação e saúde mental

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Na rotina corrida em que vivemos, é comum deixar de lado algumas refeições, optar por alimentos prontos e investir em fast foods ao invés de tirar um tempo para cozinhar e cuidar de si mesmo. Afinal, muitas vezes o tempo é escasso e a praticidade fala mais alto.

Mas você sabia que alimentação e saúde mental estão diretamente relacionadas? Continue lendo este artigo e confira as principais curiosidades que separamos para você!

1. Os alimentos afetam a mente e vice-versa

Como comentamos, uma boa alimentação auxilia a manter a saúde mental saudável, da mesma forma que esta contribui para o desenvolvimento de uma boa alimentação. Isso quer dizer que uma está sempre interferindo e impactando na outra, podendo aumentar ou diminuir a qualidade de vida.

Por exemplo, pessoas com burnout (altos níveis de estresse em função do trabalho) podem achar que parar por alguns minutos do dia para fazer um lanche ou comer um almoço de qualidade é perda de tempo, desenvolvendo uma má alimentação no médio e longo prazo.

Da mesma forma, alguém que opta por uma má alimentação pode se ver caindo em uma rotina ansiosa, em que precisa comer algo doce para aguentar o estresse e o nervosismo do dia a dia, por exemplo.

Em ambos os casos as consequências são desastrosas, uma vez que podem piorar os sintomas do estresse e da ansiedade, levando a quadros mais graves de esgotamento e até de depressão.

2. A ansiedade pode aumentar ou diminuir o apetite

A ansiedade por si só é um processo comum fundamental para regular as situações de tensão e potencializar a segurança de cada sujeito. Acontece que, quando os seus níveis estão altos, ela se torna prejudicial, “bagunçando” as emoções e trazendo dificuldades psíquicas (isolamento social, incapacidade de tomar decisões, quadros de tristeza e de angústia etc.).

É por isso que existem diversas terapias e tratamentos para lidar com a ansiedade, e cuidar da alimentação é um fator fundamental em qualquer um desses processos.

Atualmente, existem muitos alimentos que auxiliam no controle e no combate da ansiedade. Por isso, procurar profissional da área da nutrição e desenvolver uma reeducação alimentar ativa e consciente é fundamental para garantir seu bem-estar e qualidade de vida.

Assim, com esse apoio nutricional, você ingere alimentos ricos em vitaminas, fibras e minerais que proporcionam energia para o seu corpo, regularizando seus hormônios e estimulando sua disposição.

3. O estresse influencia na alimentação

Assim como a ansiedade, o estresse também trabalha em conjunto com a alimentação. Você se lembra do exemplo sobre burnout no início do post? Pois é, muitas vezes o estresse pode causar uma péssima alimentação, diminuindo a expectativa de vida e ocasionando diversos problemas físicos e psíquicos.

Além disso, a má alimentação gera estresse, tendo em vista a falta de nutrientes, vitaminas e proteínas necessárias para dar conta da rotina corrida. Assim, ficamos ineficientes e improdutivos, cansados e irritados.

4. A depressão e os problemas alimentares podem ter correlação

A reeducação alimentar diminui os riscos de depressão. Da mesma forma que uma boa alimentação auxilia no controle do estresse, ingerir a quantidade certa de nutrientes (especialmente magnésio, zinco, vitaminas B6, D e B12), além de fibras, carboidratos e proteínas, auxilia o corpo a regular os hormônios que atuam na depressão.

E mais: ao cozinhar em casa, o sujeito se torna capaz de enxergar o mundo além da sua tristeza e angústia, criando um momento de cura e autocuidado por meio da comida saudável.

Como você já deve ter percebido, existem diversas relações entre alimentação e saúde mental. Investir em refeições saudáveis e não ficar longos períodos em jejum auxilia no combate aos transtornos psíquicos em conjunto com ações terapêuticas.

E aí, gostou do conteúdo? Então, aproveite para se aprofundar um pouco mais sobre o que é a regulação emocional e como ela se aplica aos pacientes.

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