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Jornada Regional do Semesp discute sobre serviços diversificados em IES

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Foto: Reprodução/Semesp

Na última quarta-feira, 21, foi realizada em São José dos Campos mais uma Jornada Regional do Semesp. O evento, contou com a presença de gestores de Instituições de Ensino Superior e empresas voltadas para o setor. O Grupo A esteve presente sendo representado pelo Executivo de Contas, Gabriel Custódio, que participou de um painel sobre como serviços diversificados nas IES podem melhorar a experiência dos alunos.

Transformação tecnológica

Entre os insights que surgiram no evento, em primeiro lugar, Gabriel Custódio destaca as mudanças que têm acontecido no Ensino Superior. As IES estão passando por um movimento que o Grupo A passou na última década. A empresa se posicionava como uma editora e teve que se reinventar. Isto porque a tecnologia estava tomando conta este espaço, e ganhando relevância em relação ao ensino-aprendizagem.

As necessidades de estudantes e clientes, em modo geral, precisavam ser atendidas. Uma delas era justamente a adoção das tecnologias que já faziam parte do dia a dia do público. Este foi o embrião de novas parcerias e do braço de EdTech, que hoje está consolidado como o maior no Brasil. EdTech é uma tendência que cresce também através de startups no país todo. Isso só reforça a inevitabilidade de repensar a metodologia de ensino tradicional.

Para além do diploma

Outro insight que o evento girou em torno foi sobre serviços diversificados em IES. É fundamental que as IES vejam o aluno para além das próprias necessidades básicas do diploma. Olhando apenas para esta direção, não existe um destaque para a instituição. Isto porque é mais fácil oferecer diploma para o aluno do que uma diferenciação que vá para além disso.

Existem três áreas que permitem olhar para a necessidade do aluno para além do diploma: impactos da educação na vida desse aluno, acertividade ao atender as expectativas do acadêmico e desenvolvimento contínuo deste estudante.

Primeiramente, sobre os impactos na vida do aluno, é essencial conseguir perceber a evolução dele em sua carreira. Seja através da renda, do desenvolvimento em empreendedorismo ou nas áreas que ele está se envolvendo. Medir o quão impactante está a educação na carreira permite que a IES se diferencie pela efetividade do diploma no mercado de trabalho.

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Em relação a acertividade ao atender expectativas dos alunos, é preciso acompanhar como está sendo estas experiências. Por isso, temos que olhar para essa convivência do aluno com as tecnologias. Dessa maneira, conseguimos trazer ao máximo esses hábitos para o processo educacional. Com isso vêm a resolução de desafios, os aplicativos, a sala de aula transformada com as metodologias ativas, por exemplo.

E por fim, o desenvolvimento contínuo do estudante e utilização de dados. É necessário pensar em como utilizar dados para retroalimentar a experiência do aluno. Além de oferecer um desenvolvimento contínuo para ele. Isso se transforma em retenção e em maior aprendizagem para cada acadêmico.

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Natália Collor
Natália é Jornalista e atua na Inteligência de Mercado do Grupo A

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