Educação

As (não) resoluções de ano-novo

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Resoluções

Janeiro é o mês ideal para refletir de cuca fresca sobre as dezenas de resoluções à vista. Mas será que não seria melhor, em vez de definir tudo o que a gente vai fazer em 2012, estipular o que não vamos fazer?

Esse insight é do Jim Collins, professor e pesquisador em administração. Quando era ainda um aluno de graduação cheio de boa vontade, mas um tanto indisciplinado, sua professora o instigou a completar uma tarefa que mudaria sua forma de pensar. O dever de casa era mais ou menos assim: imagine que você recebeu duas ligações hoje. O primeiro telefonema avisou que – maravilha! – você herdou uma fortuna de 40 milhões de reais. Já o segundo declarou que você foi acometido por uma doença terminal, e que lhe restam não mais do que 10 anos de vida. O objetivo é responder a seguinte pergunta: nessa situação, o que você faria de diferente e, ainda mais importante, o que deixaria de fazer?

A atividade fez com que Jim modificasse o rumo da sua carreira, e hoje ele é guiado por quatro questões fundamentais – que são ótimas para repensar a nossa vida pessoal e profissional neste início de ano:

1) Qual é a minha paixão?
2) Quais atividades eu nasci para fazer?
3) Com o que consigo me sustentar?
4) Com base nas três questões anteriores, o que estou fazendo hoje que atrapalha ou tira o foco dos meus objetivos de vida?

E aí, que tal elaborar as suas não resoluções de ano-novo? 🙂

Para mais reflexões sobre o trabalho e vida pessoal, confira as obras Sexo, Dinheiro, Felicidade e Morte, de Kets de Vries e Por que trabalhamos, do casal Ulrich.

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