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3 indicativos da tecnologia no ensino superior

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Você já ouviu falar em educomunicação? É um campo teórico e prático que visa, entre outras coisas, integrar a tecnologia à educação, trazendo mais qualidade e eficiência ao aprendizado. Um dos seus grandes objetivos é, portanto, estimular e adaptar o uso de práticas tecnológicas aos cursos e às salas de aula, sendo o ensino superior uma área em que isso vem tendo grande destaque.

As novas ferramentas otimizam a experiência dos alunos com o conteúdo, deixando-os mais empolgados e engajados em relação ao ensino. Os professores, por sua vez, encontram meios de melhorar ainda mais suas aulas, tornando a situação vantajosa de modo geral. 

Quer identificar um bom uso da tecnologia em um ensino superior? Continue lendo e confira três indicadores!

1. Mobile learning

Com os avanços da tecnologia, o uso de celulares, tablets e computadores nas salas de aula tem aumentado nos últimos tempos. Uma estratégia de educomunicação é, portanto, utilizar esses dispositivos móveis para otimizar o aprendizado.

Alguns cursos já apostam no uso de programas virtuais durante as aulas, visando acrescentar na experiência dos estudantes. Aulas expositivas de biologia, por exemplo, podem investir em softwares que recriam esqueletos em 3D, ilustrando o que o professor está ensinando. 

Isso permite um contato mais próximo ao conteúdo antes de passar para as atividades práticas. Algumas universidades, inclusive, já andam criando seus próprios programas e aplicativos para ajudar os alunos.

2. Cultura da inovação

Outro indicador é o modo como a universidade está lidando com as novas tendências de uso da tecnologia. Não basta apenas implementar dispositivos em suas práticas e capacitar os professores para isso: é preciso identificar como cada grupo lida com essas mudanças.

A cultura da inovação visa trazer a tecnologia para atender demandas e melhorar a qualidade do ensino. Para isso, ela deve fazer pesquisas sobre as necessidades dos alunos e dos mestres e verificar como eles percebem as diferentes ferramentas e práticas implantadas, além de acompanhar e mensurar os resultados obtidos por cada inovação.

É a partir disso que se constrói uma educomunicação produtiva, atualizada, adaptada a variados públicos e eficiente em gerar melhorias. Uma faculdade que se preocupa com esses pontos tem um indicador de um bom uso dos recursos tecnológicos.

3. Ensino a distância

Talvez essa seja a área da educomunicação mais conhecida até o momento. A educação a distância (EaD) é cada vez mais comum nas faculdades e em diferentes cursos, devido a sua praticidade e flexibilidade.

Com ela, os alunos assistem a maioria das aulas virtualmente, com apenas algumas práticas presenciais, dependendo da área de formação. Isso facilita a adaptação do estudo a diferentes rotinas, possibilitando até mesmo que mais pessoas tenham acesso ao ensino superior.

Ao mesmo tempo, os alunos ainda podem interagir com seus colegas e professores em plataformas online, esclarecendo suas dúvidas. As aulas ficam gravadas e devem ser feitas no melhor momento para cada um.

Com esses exemplos, já dá para perceber o quanto a tecnologia pode contribuir para a educação, não é mesmo? Esse tipo de prática aumenta o engajamento e facilita a atenção dos estudantes aos conteúdos, trazendo melhoras significativas para o aprendizado. A tendência é que ela se expanda nos próximos anos, então, é fundamental que os professores e alunos continuem se atualizando e buscando conhecimentos sobre inovação.

O que você achou desses indicadores de educomunicação no ensino superior? Para mais novidades e conteúdos como este, não deixe de assinar nossa newsletter! 

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