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Curiosidade: coleção curso de fotografia por Michael Freeman

Você já pensou em ser fotógrafo? Há quem diga que, hoje em dia, todo mundo tem um pouco de fotógrafo. Afinal, sempre há uma câmera embutida em um smartphone e uma variedade de aplicativos de edição de imagens à disposição. Enquanto muitos fazem o clique e depois editam a imagem para ficar perfeita, o fotógrafo profissional pensa em tudo isso na produção da imagem, da luz ao recorte final. O clique é fim de um processo que mistura arte, a subjetividade do fotógrafo e o domínio de diversos elementos que podem determinar a imagem perfeita. Michael Freeman, de quem muito falamos aqui no BlogA, é um renomado fotógrafo britânico, especialista em contar histórias através de suas lentes. Freeman tem diversos títulos publicados pelo Grupo A, mas quatro deles foram feitos especialmente para os fotógrafos iniciantes: a coleção curso de fotografia. Essencialmente práticas, as obras ensinam princípios básicos e mais avançados de fotografia, sempre propondo um desafio para o aprendiz, a fim de que ele possa testar seus novos conhecimentos. 


Michael Freeman em ação na arte de contar histórias pela imagem. 
[FONTE: Michael Freeman]

Em Luz e iluminação Freeman ensina a lidar com um dos elementos mais mutáveis da composição fotográfica. Se, em fotos de estúdio, a quantidade de iluminação é decisão que parte do fotógrafo, uma tarefa que exige domínio da situação e conhecimento sobre o tema, por outro lado, na natureza, é preciso saber utilizá-la da forma como se apresenta. No fotojornalismo ou em qualquer fotografia em ambientes abertos, é preciso não apenas teoria, mas conhecimentos práticos de como trabalhar a luz natural para que a câmera registre apropriadamente. Tanto para estúdio quanto para locações internas, Freeman levanta questionamentos e ensina a solucioná-los: qual o grau de intensidade desejado para as sombras? No caso de estúdio, o equilíbrio de cor deve ser ajustado para as luzes de tungstênio ou para a luz natural que entra pelas janelas? De acordo com o próprio autor, “na medida em que você se torna fluente na linguagem da luz, essas questões deixam de ser vistas como obstáculos e passam a ser consideradas ferramentas criativas que podem ser utilizadas para você alcançar sua própria visão”.

Já em Exposição, Freeman fala sobre esse elemento que, com todas as vantagens da fotometria e do processamento da fotografia digital, tornou-se algo comumente subestimado. A exposição faz referência à quantidade de luz que é capturada durante o clique, com o ajuste de três controles de câmera: o ajuste de ISO (que é uma referência à sensibilidade do filme à luz), a abertura das lentes e a velocidade do obturador. Dominando esses controles, o fotógrafo pode imprimir expressão dramática e criatividade a suas imagens, subexpondo ou superexpondo, criando os mais variados efeitos e saturando cores. Para Freeman, as decisões referentes à exposição criam o estilo estético pessoal do fotógrafo, ao passo que alguns preferem claridade; outros, tons escuros. Alguns gostam de nitidez, já outros não se incomodam com um pouco de imprecisão. “A fotografia é grande o suficiente para acomodar todas essas abordagens, e a exposição é o meio pelo qual se pode atingi-las.”


A exposição e a luz, quando bem trabalhadas, são essenciais para passar uma mensagem por meio da fotografia.
[FONTE: Michael Freeman]

Você às vezes se pergunta qual o é o assunto de uma determinada fotografia? Qual é o personagem principal daquela imagem? Para Freeman, uma abordagem do tipo “o que está no centro do quadro é o assunto” é bastante enganadora e, em Composição, ele aprofunda o tema. Segundo ele, o que parece óbvio para o fotógrafo deve ser comunicado de forma elegante e sem rodeios ao espectador, “e é no mecanismo dessa comunicação que entra em cena a composição”. A composição passa por quase todos os elementos da foto, desde a escolha do assunto, até a decisão do enquadramento, a organização do quadro, a definição de um plano de fundo, a profundidade do campo e as orientações da imagem. Nesse livro, Michael Freeman trata de cada um desses elementos, a fim de que os estudantes de seu curso de fotografia possam trabalhar o seu olho de fotógrafo, desenvolvendo não apenas senso artístico, mas a capacidade de comunicar uma ideia por meio de suas fotografias. 

Por fim, em Edição digitalo autor fala de programas e recursos de pós-produção para a imagem digital, mas não sem antes fazer uma reflexão teórica sobre o tema, localizando a edição de imagem no contexto da produção fotográfica, a fim de que os estudantes possam entender sua função, sem cair na polarização que permeia o tema e divide fotógrafos em contra e a favor da edição digital. Existe, afinal, uma reprodução totalmente fiel da realidade? A resposta para essa e outras questões que permeiam o mundo da fotografia poderão ser formuladas pelo próprio aprendiz, ao finalizar o curso de Freeman, uma leitura obrigatória e um manual permanente para quem ama fotografar. 

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